domingo, 26 de abril de 2015

Olá,meu nome é Eyshila.Seja bem vindo ao meu blog.Meu professor me fez um desafio:Falar sobre Tecnologia Sustentável,espero que vocês gostem.


O que é tecnologia sustentável?

      Esse artigo aborda sobre TecnoIogia  Sustentável, soluções ecológicas empregadas pelas empresas e quais as suas consequências nas organizações e sociedade.Você, com toda a certeza, já se deparou com algumas expressões muito utilizadas nos dias de hoje, tais como “desenvolvimento sustentável”, “sustentabilidade”, “energia limpa”,“biocombustíveis”, “tecnologia sustentável”, entre muitas outras, não é mesmo?
Pois é, no mundo atual as questões ecológicas deixaram de ser apenas mais uma entre as muitas pautas consideradas importantes, para, efetivamente, ser o carro chefe das discussões mundiais, envolvendo nesse leque a atuação de empresas, governos e da sociedade como um todo.


      Dessa forma, podemos entender o conceito de tecnologia sustentável como sendo a junção e a aplicação de todas as ciências de que o ser humano dispõe, para, que de modo prioritário, possamos dar continuidade, não só de nossa, como também das gerações futuras. Assim, fica óbvio que muitos são os desafios frente às necessidades de adaptação das tecnologias tradicionais utilizadas, visto que, para o desenvolvimento de tecnologias sustentáveis se faz necessário o redirecionamento de nossas concepções atuais para novas formas de agir, pensar e consumir.


      A partir do surgimento de recursos de computação as empresas optaram pelo uso desses recursos para facilitar o cotidiano na execução de processos administrativos, serviços ofertados e desenvolvimento econômico. Além das empresas, instituições públicas e de pesquisa embarcaram no uso por auxiliar seus processos e serviços administrativos e possibilitar o avanço científico. Com isto embarcamos na Tecnologia da Informação (TI) que antes considerada uma obrigação agora considerada uma estratégia para desenvolvimento. Esta mesma Tecnologia de Informação em fusão com a Tecnologia de Comunicação acarretou uma das mais transparentes mudanças no que diz respeito aos processos administrativos, a virtualização da informação. Com isto as empresas, instituições públicas e de pesquisa economizam em todos os recursos que antes eram utilizados para execução dos seus processos através de e-mail eletrônico, Certificação Digital, Mídias de Informação, Internet e etc. O que antes era necessário de horas de trabalho, papéis e pessoas, agora pode ser executado por uma única pessoa, em pouco tempo e consumo de recursos.


     Todavia a Tecnologia de Informação trouxe novas necessidades que precisam ser levadas a termo, já que os recursos de computação em sua maioria agridem ao homem e ao meio ambiente. Um dos fatores mais vistos pelas empresas e sociedade é o aumento no consumo de energia elétrica; quanto mais recursos de computação são utilizados mais energia é gasta, e logo, mais produção de energia é necessária e os meios de produção de energia elétrica mais utilizados agridem muito o meio ambiente. Outro fator importante é que não basta somente usar recursos de TI é necessários fazer um gerenciamento do uso desses recursos. Além disso, acima do gerenciamento dos recursos está a produção destes recursos. Em sua maioria, a produção de recursos de TI não é nada saudável para o ser humano e o meio ambiente, pois os recursos (insumos) para fabricação causam muito agressão ao meio assim como os componentes dos produtos em si. Logo os recursos de TI além de trazerem benefícios acarretam algumas desvantagens.
    Tendo em vista a realidade das desvantagens dos recursos de TI é que surge a TI Verde. TI Verde, também conhecido como Green IT, tem por objetivo erradicar ou diminuir os danos causados pelos recursos de TI ao meio ambiente mantendo as suas vantagens. Tendo sua aplicabilidade tanto no nível de produção destes recursos, quais recursos tem uma melhor adaptação ao contexto que esta sendo informatizado e como melhor gerenciar estes recursos.
    O objetivo deste trabalho, a partir de levantamento bibliográfico tanto científico quanto de mercado profissional, é abordar sobre a TI Verde, seus conceitos, abordagens, exemplos de aplicabilidade. Este trabalho está organizado como segue: na seção 2, descrição sobre o conceito de Tecnologia da Informação; na seção 3, descrição sobre desenvolvimento sustentável; na seção 4, descrição sobre TI Verde, suas abordagens para implantação, e recursos tecnológicos; por último, conclusões obtidas por parte da pesquisa e o material utilizado para desenvolvimento do mesmo.


Desenvolvimento Sustentável

   O desenvolvimento sustentável consiste em manter o desenvolvimento econômico e social reduzindo por completo ou em parte danos causados ao meio ambiente consequente do desenvolvimento, mantendo uma cultura sustentável no ambiente e por último a promoção do crescimento econômico. A WDR (2003) mostra que as atuais demandas dos consumidores incidem temas como a sustentabilidade no uso de recursos naturais, recuperação de áreas degradadas, bem como a diminuição no uso de poluentes e na geração de resíduos. Segundo o relatório Brundtland, conhecido como “Nosso Futuro Comum” emitido pela ONU o “desenvolvimento sustentável é o desenvolvimento que satisfaz as necessidades do presente sem comprometer a capacidade das futuras gerações satisfazerem suas próprias necessidades” (WCED, 1987). Para Hart (1995) o desenvolvimento sustentável esta relacionado com o crescimento sem prejuízos aos recursos naturais utilizados, onde a preocupação com os fatores ambientais são prioridade.
     Segundo pesquisas da CIO (2008) a preocupação com a sustentabilidade faz parte da maioria das empresas e seus gestores.De acordo com a WCED (1987) o desenvolvimento sustentável só ocorre dando atenção simultaneamente a equidade social, integridade ambiental e progresso econômico. Este conceito, criado pelo economista John Elkington é também conhecido como Tripé da Sustentabilidade (Itautec, 2011).
     Tendo o desenvolvimento sustentável como uma meta que deve ser alcançada pelo Tripé da Sustentabilidade é possível concluir que as organizações empresariais, públicas, de ensino dentre outras deverão ser redesenhadas, reformuladas e reorganizadas. Sob a ótica do desenvolvimento sustentável Veiga (1994) trata como um processo sinérgico, ou seja, as mudanças empregadas em um ponto do Tripé devem ser sentidas em outro ponto subsequente. Segundo Shrivastava (1995) as organizações precisam aderir a cultura da sustentabilidade em todos os processos, normas e funções, inclusive com os relacionamentos externos (stakeholders).

     Apesar das empresas estarem cientes da importância de TI Verde, muitas empresas ainda não adotaram esta sistemática nos processos de TI e outras adotaram em parte; contudo algumas grandes empresas na área de TI já adotaram como rotina obrigatória é o caso da empresa Nokia e a Samsung (Coelin et al., 2009). Algumas empresas se justificam pelo fato da maioria das empresas de TI não terem incorporado a TI Verde em seu processo de produção de produtos, outras empresas pelo fato da TI Verde trazer benefícios a longo prazo, e outras empresas pelo fato do investimento que terão de fazer para aplicação.
    Apesar destes contratempos, segundo CDP (2009), o compromisso com a sustentabilidade serve para divulgação das metas verdes e marketing para a empresa gerando um retorno sustentável a imagem da empresa e maior interesse por parte dos investidores. De acordo com ITWEB (2009) a pesquisa Latin America Greent IT Survey 2009: Brazil and Mexico Highlights mostra que 70% das organizações na região acham importante trabalhar na redução do impacto das empresas no meio ambiente. Isto já é um bom começo. A Figura 2 mostra um relatório da Greenpeace, versão 11 em Março de 2009, que mostra uma relação das empresas que produtos eletrônicos mais verdes. Estas estatísticas provavelmente tenham modificado.


    Ela segue os chamados princípios ecológicos que possibilitam a manutenção dos ecossistemas
Para que uma tecnologia seja sustentável, portanto, também tem que atender tais princípios os quais são  citados a seguir:
1°.  Interdependência e Redes: todos os membros de um ecossistema estão interligados entre si. O que afeta uma de suas partes afeta direta ou indiretamente as demais; a vida acontece em redes.
2°. Diversidade:  a variedade de organismos permite um  maior o número de relações entre eles e maior capacidade de suportar  perturbações.
3°. Associação: os membros de um ecossistemas estão associados entre si, em relações equilibradas de competição e cooperação.
4°. Flexibilidade: Os ecossistemas possuem mecanismos que permitem sua regeneração quando sofrem alguma perturbação. Esta capacidade de regeneração é flexível, porém limitada, a exemplo da  capacidade limitada dos rios em receber matéria orgânica dos esgotos.
5°.Ciclos ecológicos:  A natureza recicla a matéria através dos chamados ciclos biogeoquímicos, nos quais a matéria circula entre os seres vivos, solo, rochas, água e ar.
6°. Fluxo de energia: A principal fonte de energia é o sol. Diferentemente da matéria, a energia não pode ser reciclada. Ela flui através dos diversos ecossistemas acompanhando os ciclos da matéria. Parte é utilizada para realizar os trabalhos de manutenção da vida e parte é perdida na forma de calor.
7°.Coevolução: As espécies que compõe um ecossistema surgiram e passaram a viver conjuntamente, aprendendo umas com as outras em um contínuo processo de adaptação.


A constatação de que os modelos de crescimento econômico e a atitude de consumismo desenfreado tornaram-se insustentáveis leva a considerações sobre uma visão holística de desenvolvimento, que inclua as preocupações relativas ao meio ambiente. São apresentados os mecanismos e instrumentos sobre os quais se apoia a Gestão Ambiental, cujos custos e implicações são comparados àqueles incorridos no desenvolvimento industrial. Esses custos devem ser avaliados, agora, a fim de possibilitar a formulação de estratégias sócio-políticas que viabilizem a alocação racional dos recursos naturais e humanos. São indicados rumos para uma política tecnológica apropriada, em direção a um paradigma de desenvolvimento alternativo, que permita o bem-estar de todos os membros da sociedade.



Instituto norte-americano promove concurso para selecionar melhores ideias recentes no segmento de construções verdes. 

    Entre os anos de 2009 e 2012, o número de prédios brasileiros que obtiveram certificação verde cresceu 412%. Já somos, inclusive, o quarto país com mais empreendimentos certificados pelo LEED (Leadership in Energy and Environmental Design).

   Mas você sabe na prática o que faz uma construção ser considerada sustentável?

   Para tentar responder essa pergunta, o instituto norte-americano 1°to  Cradle Products Innovation lançou um desafio para que as fabricantes de materiais de construção apresentassem produtos inovadores de menor impacto ambiental.

    Especialistas do setor analisaram 144 inscrições e selecionaram 10 ideias finalistas, considerando critérios como segurança, salubridade, preço acessível, impactos sociais e reutilização.

    Conheça agora as ideias selecionadas e escolha as suas favoritas. As três melhores serão premiadas no dia 15 de novembro em Nova Iorque.

 1°. Ecovative: material isolante a base de fungos que substitui a utilização de espumas plásticas.


2°. Painéis ECOR: feitos de fibra de celulose, são fabricados em um ciclo que reutiliza 99,5% da água necessária para a produção.


3°.O concreto verde, além de emitir menos dióxido de carbono, é mais resistente porque, ao ocupar os espaços vazios, ele se torna mais consistente e pesado, demorando mais inclusive para ser substituído. Por isso que o concreto ecologicamente correto tem uma utilidade importante também para o mercado.


sexta-feira, 24 de abril de 2015

Moda sustentável.


Não basta separar o lixo orgânico do reciclável, é preciso vestir a camisa se quiser fazer sua parte para viver num lugar melhor. E isso está cada vez mais fácil porque ser ecologicamente correta virou moda de verdade.

    A onda ecofashion, como vem sendo chamada lá fora, está começando a ocupar papel de destaque no cenário da moda, principalmente porque deixou de ser produzida por marcas desconhecidas e ganhou etiqueta de grifes renomadas. Não é de hoje que a indústria tenta encontrar um jeito de produzir peças que não explorem os recursos naturais de forma predatória, mas só recentemente tornou-se possível fazer roupas que caíssem no gosto do consumidor e aliassem palavras tão dissonantes como design, tecnologia e ecologia. Agora, as três foram parar na mesma máquina de costura.

 

    Orgânico é outra palavra de destaque nesse segmento. Primeiro foram os alimentos e agora serve também para tratar as fibras que se transformam em tecidos. Para serem classificados como orgânico, algodão, juta e bambu devem ser produzidos sem o uso de inseticidas ou pesticidas. Para ter uma idéia do que isso significa, o cultivo de algodão pelo sistema convencional consome um quarto do inseticida produzido no mundo. Na versão orgânica, alguns agricultores usam água reciclada nas plantações para diminuir ainda mais o impacto ambiental. 


   A maior novidade, no entanto, são as roupas produzidas com material reciclável. Aqui, as estrelas são a garrafa PET, transformada em tecido, e o pneu, que vira solado de sapato. E, na bijoux, destaque para a ma-deira de reflorestamento. Veja opções descoladas para você entrar na onda.


MATERIAL ALTERNATIVO COM BANHO DE TECNOLOGIAAlgodão orgânico
É cultivado sem o uso de pesticidas, fertilizantes químicos e reguladores do crescimento. Para ser 100% orgânico, no processo de tingimento devem ser usados pigmentos naturais.

Fibra de bambu
Planta de crescimento rápido, o que significa que é altamente renovável. Se reproduz em abundância sem o uso de pesticidas e fertilizantes. Sua fibra é naturalmente antibactericida, biodegradável e extremamente macia. Tem característica termodinâmica, deixa a peça fresca no verão e mais quente no inverno.

Garrafas PET
O plástico reciclado é transformado em fibras que produzem um tecido forte, mas macio. Em geral, elas são combinadas com algodão, que dá um toque ainda mais confortável.

Juta
Com aparência semelhante a do linho, é plantada na região amazônica, sem nenhum impacto ambiental. É preciso apenas água para o seu cultivo, sem a necessidade do uso de agrotóxicos. Além disso é biodegradável.